Richard chegou da Holanda sem falar uma palavra de português. Aprendeu o Brasil observando, perguntando e testando. Esse olhar de fora — atento ao que quem está dentro já deixou de enxergar — o levou às mesas onde se decidia.
Durante mais de duas décadas no SBT, acompanhou reuniões, negociações internacionais e a avaliação de oportunidades. Viu como se analisa uma ideia, quando se diz não, como se fecha um acordo que precisa ser bom para os dois lados e como se constrói um grupo que atravessa gerações.
Não são histórias de bastidor. São os princípios que ele observou e aplicou: o negócio tem que ser bom para os dois, ouvir antes de falar, e simplicidade só funciona quando tem profundidade.
Hoje ele organiza essa experiência em princípios claros que a equipe aplica na semana seguinte.